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Retrato
da escola 2003
Os questionários, abordando dados pessoais, dados funcionais e aspectos relacionados ao trabalho, lazer e saúde, foram tabulados pelo Dieese, que cruzou informações e traçou hipóteses sobre a situação dos educadores. É claro que um trabalho desta natureza e desta forma executado não tem um caráter conclusivo, mas corrobora a percepção que a categoria tem de si própria. Principais pontos Quanto aos dados pessoais dos educadores, foi revelado que a maioria é mulher, tem entre 25 e 59 anos, com predominância da faixa entre 40 a 59 anos, é casada ou tem um companheiro, vive em casa própria perto do centro da cidade e segue uma religião. Dos aspectos políticos, pode-se destacar que a maioria é sindicalizada e simpatizante de algum partido político, embora não seja filiada e envolva-se pouco com movimentos sociais. Quanto à vida funcional, concluiu-se que a maioria tem habilitação adequada ao cargo ou função que exerce, trabalha na rede estadual, tem entre 12 e 18 anos de serviço, trabalha, em média, oito horas semanais em casa e dedica de 11 a 20 horas semanais a trabalhos extras. Além disso, também ocupa-se sozinha das tarefas domésticas, cultiva o hábito da leitura, mas quase não vai ao teatro ou ao cinema. Quando interpeladas sobre o uso de computador, a grande maioria revelou que não tem computador e, quando o tem, usa-o para fins profissionais. O acesso à internet ainda é muito restrito e igualmente limitado a fins profissionais A avaliação da CNTE sobre o uso de computadores considera que os 48,3% dos entrevistados que declararam jamais usar o computador é um número muito alto. E é, de fato, mas sabemos que este número era ainda maior há alguns anos atrás. O crescimento pode ser lento, mas acontece. Confira aqui o relatório
na íntegra. |
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