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Ambiente
de Estimulação do Desenvolvimento para Surdos
De acordo com Sabine, a ideia da construção da casa, surgiu ainda em 2000, quando ela e a equipe da escola desenvolveram o projeto inicial do Programa de Estimulação do Desenvolvimento PED. Constatamos a necessidade de elaborar um espaço específico para a criança e os pais, para que pudéssemos trabalhar com as interações do aluno e seus familiares. Tudo sempre pensando em suprir as necessidades básicas do aluno, diz a coordenadora. O espaço também possui TV, DVD e câmeras de vídeo para captar imagens das atividades. Vale destacar que a residência possui sinalizadores visuais que facilitarão a ambientação da criança como o espaço. Para cada cômodo haverá uma luz colorida e, dessa forma, quando a luz se acender, a criança saberá, por exemplo, se a mãe está lhe chamando na cozinha ou na sala, explica a coordenadora, que destaca que muitos dos itens específicos para a questão do surdo, apresentados no espaço, são soluções simples e econômicas. A questão das luzes, por exemplo, se trata apenas de instalações elétricas, explica. Ainda pensando nas necessidades do aluno, a casa traz equipamentos específicos, como um despertador vibratório e sinalizadores de campainha. Um detalhe que chama a atenção no novo espaço fica por conta da altura das paredes, 1m20. Sabine explica que a redução das paredes internas foi intencional. Imagine se a mãe do surdo está na cozinha, por exemplo, com as paredes baixas, ela tem como visualizar o filho que pode estar em outro cômodo. A casa dispõe
ainda de um sistema de câmeras para captura de imagens de todo o
ambiente, que podem ser assistidas ao vivo pelos pais e profissionais
e que, também, podem ser gravadas para futuro acompanhamento. 04 de março de 2010 |
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