Meio Ambiente

Afrodisíaca, maca peruana melhora a libido, o humor e a disposição

postado em 29 de nov de 2018 16:40 por ANA PAULA LOPES VIEIRA PAIVA   [ 30 de nov de 2018 17:11 atualizado‎(s)‎ ]

A maca peruana é muito conhecida popularmente por conta de exercer efeitos na parte sexual, no aumento da libido tanto de homens quanto de mulheres.

Ela também atua na formação e aumento da produção de espermatozoides, no aumento da ovolução (e com isso reflete na fertilidade feminina), e contra sintomas da menopausa.

Por se tratar de um produto natural, muitos têm a falsa ideia de que não há dose mínima dela, porém, por ela agir principalmente nos hormônios, masculinos e femininos, não deve ser usada de forma contínua e não é indicada para crianças.

No mercado, há suplementos de maca com concentrações que variam de 300 a 550mg, que é uma dose segura, mas o melhor dosador dela é o corpo. O uso dela pode variar conforme peso, altura e idade da pessoa. Se sentir qualquer efeito colateral ao consumi-la, diminua a dose ou mesmo interrompa a administração dela.

Idade mínima recomendada para o consumo

Não há, porém, visto a serventia dela, não é indicada para crianças.

Maca peruana auxilia no emagrecimento

O uso da maca peruana está sendo bastante explorado nessa questão, por conta dela ter alto teor de fibras boas, que não só aceleram o metabolismo, como também auxiliam no bom funcionamento do intestino, contribuindo para a eliminação de gorduras ruins do corpo.

Maca peruana e diabetes

A maca diminui a absorção de glicose, porém, isso não quer dizer que ela substitua o uso de medicamentos para hipo ou hiperglicemia, mesmo ela captando glicose.

Melhor horário para tomar maca peruana

Por ela exercer efeito estimulante, a indicação é tomá-la sempre nas primeiras horas do dia, para que assim ela não prejudique o sono.

Valeriana melhora o sono e combate o estresse e a ansiedade

postado em 25 de nov de 2018 09:15 por ANA PAULA LOPES VIEIRA PAIVA   [ 30 de nov de 2018 17:13 atualizado‎(s)‎ ]

Melhora do sono

O benefício mais conhecido da valeriana é na melhora do sono. Várias pesquisas científicas comprovam que ela não só ajuda a dormir melhor, mas também a adormecer mais rapidamente. Se você tem insônia e dificuldades para pegar no sono, ela pode lhe ajudar bastante.

Combate ao estresse e a ansiedade

A valeriana ajuda a regular o estresse e a ansiedade, pois estimula a produção de substâncias que agem no cérebro deixando o indivíduo mais sereno.

Valeriana contribui para o emagrecimento?

De forma indireta pode-se inferir que sim, pois consumindo-a o indivíduo fica mais relaxado e menos ansioso, dorme melhor e tem mais energia para praticar atividades físicas no dia a dia, porém, é importante deixar claro que ela não é um termogênico, ela não acelera o metabolismo, e não aumenta a disposição para realizar exercícios físicos.

Alívio das cólicas menstruais

A valeriana também ajuda a aliviar cólicas menstruais, pois tem um composto antiespasmódico e sedativo que faz com que a musculatura lisa do útero contraia menos durante a menstruação. Tomar chá de valeriana durante a TPM pode ajudar.

Tratamento auxiliar à distúrbios psicológicos

Há estudos que apontam correlação positiva no consumo de valeriana como tratamento coadjuvante contra o transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e da hiperatividade em crianças, porém, de forma alguma a pessoa deve abandonar a terapia com psicólogo ou psiquiatra e interromper o uso das medicações prescritas.

Pergunte ao seu médico ou ao seu psicólogo se há indicação da valeriana no seu caso, pois pode ser que você já esteja tomando alguma medicação que aumente o sono e seja ansiolítica, e tomar a valeriana pode deixá-lo mais cansado e muito mais lento no dia a dia.

Como fazer o chá de valeriana

Insira uma colher de chá de ervas picadas de valeriana no fundo de uma caneca ou de uma xícara, adicione água fervida, e tampe com um pires. Aguarde quinze minutos ou até amornar, tempo suficiente para a infusão, ou seja, para transferir para água os princípios dos compostos fitoquímicos.

Contraindicação

Gestantes, lactantes e crianças não devem consumir a valeriana.

Se você fica muito tempo ao volante ou opera máquinas pesados, ou seja, executa ações que exijam muita atenção, não é interessante consumir a planta antes dessas atividades.

Suplementos e medicamentos com valeriana

Além do chá também existem suplementos, e até mesmo medicamentos, com valeriana na composição. Toda medicação deve ser prescrita por um médico, dessa forma, pergunte ao especialista qual a melhor dose para você.

Pesquisadores descobrem que uma substância do ipê roxo pode ajudar no tratamento do câncer

postado em 23 de nov de 2018 05:57 por ANA PAULA LOPES VIEIRA PAIVA   [ 30 de nov de 2018 17:12 atualizado‎(s)‎ ]

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos descobriram que uma substância presente na casca do ipê roxo pode ajudar no tratamento do câncer de mama.

Uma árvore típica da Mata Atlântica e famosa pela beleza da flor, é a fonte da descoberta. Da casca do ipê roxo os pesquisadores extraíram um pó amarelo que tem uma substância conhecida como lapachol.

No laboratório adicionaram a ela um metal chamado rutênio, e então produziram um composto verde. Em parceria com cientistas norte-americanos testaram a mistura no combate a células cancerosas em tubos de ensaio, e compararam os efeitos do novo composto à de uma quimioterapia convencional. Segundo os pesquisadores, foi necessário uma quantidade cem vezes maior de quimioterápicos convencionais para obter o mesmo resultado aferido pela nova substância.

De acordo com o professor de Química da UFSCar, Alzir Azevedo Batista, isso mostra uma maior efetividade do composto, cem vezes melhor do que o aplicado hoje na quimioterapia.

A substância foi testada contra três tipos de cânceres, de próstata, pulmão e de mama. Segundo Kátia Aparecida Oliveira, pesquisadora da UFSCar, foram obtidos melhores resultados para o câncer de mama, em que os compostos atuaram mais nas células tumorais de mama e preservaram as normais.

Os cientistas da UFSCar chegaram à fórmula do novo composto depois de seis anos de estudo. Também foram feitos testes em camundongos. Segundo os pesquisadores, a substância extraída do ipê roxo provoca menos efeitos colaterais do que outros tipos de quimioterápicos.

Os camundongos tratados com o composto reagiram muito bem, não perderam pelo, não ficaram estressados e não tiveram os órgãos afetados. Parte da pesquisa foi publicada em duas revistas científicas norte-americanas, a Polyhedron e a Journal of Inorganic Biochemistry.

Agora os pesquisadores esperam um novo financiamento para testar a substância em cães e depois em humanos. A esperança é que no futuro possam ser desenvolvidos novos quimioterápicos, que sejam menos agressivos, e que venham da natureza.

A homossexualidade no reino animal

postado em 18 de nov de 2018 16:32 por ANA PAULA LOPES VIEIRA PAIVA   [ 30 de nov de 2018 17:09 atualizado‎(s)‎ ]

O GNT apresentou em setembro documentário inédito que mostra de que maneiras o homossexualismo se manifesta no reino animal.

O programa aborda especificamente como se dá o homossexualismo, passando pelos cuidados maternais e paternais até chegar nas manifestações mais explícitas, como namoro, sexo e acasalamento.Com uma hora de duração, A Natureza sai do armário: A homossexualidade no Reino Animal traz à tona uma realidade praticamente não discutida na comunidade científica; mostra que, desde que foi observado por cientistas há mais de duzentos anos, o assunto é considerado tabu. Em 1892, em um relatório que descrevia o comportamento homossexual entre elefantes, havia a seguinte observação: "Os elefantes cometem atos imorais proibidos pelas leis cristãs." Um dos casos mostrados no programa ilustra bem como a questão é tão polêmica quanto antiga. Em 1922, cinco pingüins-reais foram capturados e levados para o zoológico de Edimburgo, Escócia. Tendo como base o seu comportamento sexual, eles receberam seus nomes. Sete anos depois, a administração do zôo finalmente aceitou que havia algo de errado e os pingüins foram submetidos a um exame para que se determinasse seu sexo. Da noite para o dia, Andrew se tornou Anne, o suposto casal Eric e Dora se tornou Erica e Dora, assim como, para a surpresa de todos, Bertha e Caroline se tornaram Bertrand e Charles.Diversos casos abordados no programa, de macacos a vespas, instigam para os motivos reais desse comportamento. Seriam os longos períodos de convivência entre os animais que incentivariam as uniões, ou, ao contrário do estabelecido, o que os animais buscam de fato, é a compatibilidade com o parceiro, não importando se ele é do mesmo sexo?

O ESPECIAL-GNT foi apresentado no dia 23 de setembro de 2001.

5 de junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

postado em 16 de nov de 2018 13:57 por ANA PAULA LOPES VIEIRA PAIVA   [ 30 de nov de 2018 17:09 atualizado‎(s)‎ ]

O dia mundial do meio ambiente pode não ter muitos motivos para ser comemorado, já que há alguns dias, o Ministério do Meio Ambiente divulgou o aumento do número de animais brasileiros que correm risco de extinção: de 219 (segundo levantamento do ano de 1989) para 395. Entretanto, organizações não-governamentais brasileiras de preservação ambiental, como o IPÊ - Instituto de Pesquisas Ecológicas, têm mantido muitos esforços em prol do decréscimo do número de animais e florestas em extinção. O IPÊ é a terceira maior ong de preservação do meio-ambiente no Brasil e trabalha na conservação de matas e na preservação de 10 espécies em extinção dentre as listadas pelo Ministério do Meio Ambiente, entre elas o mico-leão preto.

O instituto vem estudando e desenvolvendo programas para a conservação do mico-leão preto há 11 anos, o que tem garantido uma estabilidade no número de animais da espécie, que hoje se encontra em apenas mil indivíduos. O primatólogo e diretor científico do IPÊ, Cláudio Pádua, estuda o mico-leão preto há mais de 20 anos e desenvolve atualmente uma experiência de manejo da espécie, que consiste em formar um banco genético para acasalar os micos que vivem em zoológicos no Brasil, Estados Unidos e Austrália. A idéia é garantir a diversidade da espécie, aumentando o número atual de animais (900 indivíduos), acasalando animais do zoológico de São Paulo com os do zoológico de Brasília ou da Austrália, por exemplo.

Papagaio-da-cara-roxa, muriqui, mico-leão-da-cara-preta, onça pintada, onça parda, sauá, peixe-boi da Amazônia e sagüi são outras espécies em extinção que o IPÊ procura proteger por meio dos cerca de 30 projetos integrados de conservação e desenvolvimento socioambiental, em cinco regiões do Brasil: Parque Nacional do Superagüi (Paraná), Pontal do Paranapanema e Nazaré Paulista (São Paulo), Estação Ecológica de Anavilhanas (Amazonas) e Serra dos Órgãos (Rio de Janeiro). Esses projetos de pesquisa alcançam outras espécies de animais que não estão ameaçadas, exatamente para garantir um número considerável desses indivíduos na biodiversidade.

O IPÊ é responsável hoje pelo plantio de mais de 1 milhão de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, em virtude do trabalho agro-florestal desenvolvido no Pontal do Paranapanema, que conta com o apoio de mais de 400 proprietários de terra assentados. Outra ação da instituição é assegurar a qualidade da água de São Paulo, por meio da conservação dos mananciais. O instituo também desenvolve projetos de geração de renda para as comunidades que vivem no entorno das áreas a serem protegidas. Bom exemplo disso é a confecção de fantoches pelas mulheres da comunidade de Superagüi, no Paraná. Os fantoches de feltro têm formato dos bichos que estão ameaçados na região, o papagaio-da-cara-roxa e o mico-leão-da-cara-preta, e são vendidos para turistas e até para zoológicos internacionais. Isso assegura um aumento de renda de até 375% para as famílias que antes tiravam o sustento da pesca do camarão, além de garantir uma maior conscientização populacional pela preservação das espécies ameaçadas no local.

Sobre o Instituto

Em todos os programas desenvolvidos, o IPÊ adota a educação ambiental, com abordagens inovadoras e participativas, como forma de harmonizar as relações entre seres humanos e natureza, além de trabalhar a ecologia de espécies, a restauração de habitats, o extensionismo rural, o ecoturismo com base comunitária e a geração de renda por meio de práticas sustentáveis.

Os projetos do instituto têm obtido resultados expressivos, fato reconhecido pelo número de prêmios recebidos nos últimos anos. Entre eles, o Whitley Gold Award, prêmio internacional, considerado o Oscar por trabalhos de conservação do Meio Ambiente. Em 2003, o IPÊ foi um dos vencedores do Prêmio Bem Eficiente, que premia as 50 entidades mais bem administradas do país.

Atualmente, a organização conta com 60 profissionais, que são, na verdade o grande capital da instituição. Ciente do potencial transformador de sua equipe, incentiva e investe permanentemente em capacitação, de forma que atualmente conta com um quadro de profissionais com os seguintes níveis de formação: 12 mestres, 04 mestrandos, 04 doutores e 07 doutorandos. Além disso, investe em estagiários, que muitas vezes acabam fazendo parte da equipe, assim que terminam a graduação.

Na sua sede, em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, o IPÊ mantém o Centro Brasileiro de Biologia da Conservação - CBBC, um ambiente interdisciplinar que capacita os pesquisadores da instituição a buscar alternativas para a sustentabilidade socioambiental, além de tentar, sempre que possível, influenciar políticas públicas pertinentes. O CBBC é pioneiro em diversos cursos, como o de Biologia da Conservação, e já capacitou mais de 490 alunos, de diversos segmentos da sociedade, interessados em conservação ambiental e desenvolvimento sustentado.

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