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Jogo
de cintura Coordenação: Patrícia Veiga; produção, Anna Clara Herrmann; assistente, Lilian Bragança; modelos, Daniela Pessoa e Helô Pires (Ford) e Lollita Rocha e Milena Brecy (Mega). Com brilho, étnico, bordado ou de bicho. Em velcro, barrigueira ou faixa. Largo, fininho ou estilo bolsa. Acima, abaixo ou na cintura. O cinto circunda este final de milênio em todos os ângulos, formatos e texturas, enlaçando a história do acessório. Na Antiga Grécia, ele era uma faixa. Na Idade Média, com roupas ajustadas, ele ficou importante, e a riqueza de uma mulher podia ser avaliada pelas pedras preciosas nele incrustadas. Entre os monges, ele se restringiu a uma simples tira de tecido ou cordinha atada aos quadris. No século XVI, foi o tempo de se pendurar pequenos objetos, berloques como espelhinhos e leques. A moda do cinto-fita, com fivela removível, surgiu em meados do século XVIII, perdurando no século seguinte. Nos anos 20, ele voltou a ficar simples e fininho. Daí em diante, seu design ganhou mil formas, chegando múltiplo a este verão. |
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