Como tratar e conservar peças de couro

Dicas são da Acerte Franchising - detentora das marcas Qualittà Lavanderia, Quality Cleaners, Prima Clean Lavanderia e Linha & Bainha.

Com a chegada do inverno, é hora de tirar do armário uma peça que parece nunca sair de moda: o casaco de couro, camurça ou chamois. Esquecidos durante as estações mais quentes do ano, tanto o casaco como as demais peças destes materiais, se não foram devidamente guardados, podem apresentar fungos, manchas e deformidades.

De olho na beleza das peças de couro, aí vão algumas dicas:
Conservação: nada de sacos ou capas plásticas. Por ser pele animal, o couro está sujeito a ataque de fungos, principalmente quando guardados em locais úmidos e escuros. Desta forma, as peças não devem ser guardadas em sacos plásticos, pois este tipo de embalagem cria umidade e se torna o habitat perfeito para a proliferação de microorganismos. O melhor é envolver o couro numa capa de TNT, de preferência escura, para evitar que o couro se suje ou degrade com incidência da luz.

Na hora de pendurar o casaco: o casaco de couro deve ser pendurado em cabides plásticos ou de madeira. Eles precisam ser largos para evitar deformação nas áreas dos ombros. Quando a peça for ficar no armário por longo período, o ideal, além de protegê-la com a capa escura de TNT, é expô-la a cada 30 dias em local fresco e com sombra. Se quiser deixar o couro um pouco no sol, não remova a capa de TNT.

Cuidados em casa: nunca se deve guardar peças de couro quando estiverem úmidas; isso vale tanto para chuva como para o suor. O correto é arejar e secar a peça de um dia para outro para então guardá-la.

A lavanderia especializada é capaz de lavar, higienizar, hidratar e reavivar a cor original de uma peça de couro. Se uma peça chega muito comprometida, há processos como tingimento e re-hidratação que podem recuperar até 80% de sua aparência original.

Não existe uma freqüência para a lavagem. Quando conservamos corretamente o couro, fazendo sua correta higienização e pouco uso, pode-se até chegar a lavá-lo após um ano ou um ano e meio. Se houver um uso freqüente, o ideal é lavá-lo a cada seis meses ou mesmo quando apresentar pequenas sujidades. O excesso de sujidade fica impregnado no couro e pode se transformar em manchas fixas que dificilmente poderão ser removidas completamente. Tecnicamente, é impossível remover as sujidades mais profundas sem danificar o couro.

Diferenças de tonalidade e aparição de pequenas manchas e ou cicatrizes são normais após um processo de limpeza devido a vícios do couro e por cada pele animal reagir de forma diferenciada aos vários processos de limpeza. O couro pode ser comparado a nossa pele. Uma pessoa pode ter alergia a certo produto e outra não.

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