Seção Infanto-Juvenil

 

Editora Paulinas
Não é fácil lidar com perdas, seja de um amigo, de um familiar ou mesmo de um bichinho de estimação. Para todas as dores sobre as quais nunca se fala e aos rios de lágrimas que parecem que nunca vão secar, nada como um texto delicado, terno, sutil... Escrito por Pat Palmer.
A pirraça de sempre no almoço de domingo levou Maria para o castigo. Trancada no quarto, ela descobre, com a ajuda de alguns tubos de tinta, pincéis e papel, que pode ir a lugares inesperados. Com Maria, inspire-se no tempo e no espaço desta gostosa narrativa. Escrito por Margarida Botelho.
   
Uma fábula de raízes bíblicas que, como um “conto das mil noites”, nos vai revelando as aventuras e desventuras vividas por três jovens príncipes do Oriente bem conhecidos dos cristãos: Gaspar, Melchior e Baltasar. Escrito por António Torrado.
Nesta semana do Dia dos Pais, este livro cai como uma luva, já que a história “A roupa nova do Imperador”, em que um rei perdeu a lucidez por causa de sua ilimitada vaidade, e acabou ridicularizado por dois espertalhões ao desfilar nu diante de toda a corte e do seu povo, é contada de forma especial pelo pai de Lenita. Escrito por Tatiana Belinky.
A trama traz um menino cheio de curiosidade para saber o que o pai, um home reservado e sério, ia fazer na garagem todos os domingos depois do jantar. Ansioso, o pequeno se esconde num baú para observar o pai e acaba por ter uma grande surpresa naquele local que parecia ter parado no tempo. Escrito por Luís Dill.
Neste livro os monstros que costumam povoar nossa imaginação chegam tão poéticos que estão longe de meter medo. O autor faz as palavras irem bem longe para que o leitor teste suas emoções aos limites, e também mostra aqueles momentos tão comuns na nossa rotina. Escrito por Celso Sisto.
E lá estavam as duas, Verdade e Mentira, prontas para o triatlo: luta corpo-a-corpo, corrida com obstáculos triplos e, por fim, travessia a nado de um trecho do mar Jônio. Quem ganhará? Escrito por Marcos Serra.
Brincar e fazer bagunça são coisas bem divertidas, mas arrumar também pode virar diversão e até ensinar a contar de um a dez.  Escrito por Patrício Dugnani.
Este livro narra o conto conhecido como O Alfaiate Valente em que um pequeno e modesto alfaiate, ao matar sete moscas, transforma seu feito em um ato heroico capaz de derrotar gigantes e, ainda, encantar a filha do rei. Escrito por Tatiana Belinky.
Uma nova e bem-humorada versão de um clássico dos contos de fadas transportado para a África, onde Pretinha de Neve irá viver aventuras muito divertidas com seus amigos em busca de amizade e carinho. Escrito por Rubem Filho.
O tempo nos ensina a fotografar as horas, a escutar os lugares, a escrever os anos, a colher com os fihlos os versos do tempo. Escrito por Ninfa Parreiras.
O autor relata as peripécias científicas, políticas e literárias de um menino que foge do senso comum com sua extrema criatividade e “fabrinca” a sua realidade e os seres que estão ao seu redor. Escrito por Adriano Bitarães Netto.
Livro retrata a história de Artur, um menino que viveu na época da Ditadura Militar. Uma vida de descobertas, invencionices, até que um dia o pai não vai buscá-lo na escola e tudo muda ao seu redor. Escrito por  Walther Moreira Santos.
A bela princesa do mar salvou um príncipe, durante um naufrágio. Apaixonada, a princesa pediu à feiticeira que a transformasse em uma moça, o que lhe custou muita dor e sofrimento. Escrito por Tatiana Belinky.
Pertencente a coleção “Tapete de Histórias”, este livro narra o famoso conto “Gato de Botas”, que faz um pobre filho de moleiro tornar-se um rico marquês e pretendente da princesa do reino. Escrito por Tatiana Belinsky.
Adaptado de um conto português, este livro narra a história de duas irmãs inseparáveis e muito organizadas que dão abrigo a um urso, que queria passar uma noite longe do frio. Escrito por Maria de Lourdes Soares.
No reino dos Achantis havia abundância de alimentos: todos comiam nuvens, pois céu e terra eram muito próximos. Mas apareceu um menino guloso que fez com que o céu fugisse e ficasse tão distante da terra. Escrito por Heloisa Pires Lima.
Ouvimos a vida toda que rato odeia gato e vice-versa, porém, neste livro há uma prova de que estes animais podem conviver juntos e serem amigos. Escrito por Lucia Reis.
Você conhece o Romãozinho? E a Gralha Azul? Muitos personagens e seres fantásticos do nosso folclore são desconhecidos pela maioria das pessoas, pois ficam apenas na oralidade de regiões distantes dos grandes centros. E são alguns deles que encontramos neste livro. As narrativas aqui estão montadas em verso e são assinaladas por rimas e linguagem regional. De Mario Bag, saiu pela Paulinas.
O menino protagonista deste livro pauta a carta que escreve para Deus em três perguntas: Onde está você? Como você é? O que você faz? As respostas, o garoto não busca com os homens, mas com os animais. O bonito livro traz uma conversa com Deus com base na beleza da inocência de um menino curioso. Escrito por Juan Arias.
Diversos haicais brincalhões, tanto no sentido lúdico da linguagem quanto na construção de imagens arranjadas, retratam a fantasia da infância e da literatura de quem se aventurar por estas páginas. Escrito por Edméa Campbells.
Na hora da raiva temos que nos policiar para não ofender ninguém e não falar palavrão. E neste livro, o assunto “falta de boas maneiras” é tratado sem imposições, mas sim de uma forma leve. Escrito por Renata Adrião.
Cachorro não fala, tampouco escreve, certo?! Errado!! Labareda - Laba, para os íntimos - é o narrador deste livrinho muito simpático. O cãozinho nasceu no Rio de Janeiro, é muito esperto, bonito e nos conta, aqui, as aventuras que viveu na busca por sua identidade. Nesse percurso, Laba descobriu que dentro dele morava um "conversador", que é algo que todos nós temos, vocês sabiam?
Este livro é uma pequena grande viagem encantada pelo mundo do faz-de-conta, dos mitos e da realidade urbana. Traz uma recriação inusitada da Odisséia de Homero. O herói é Dirceu, um anão, cuja família vai para a cidade, morar em um jardim. Acontece que o jardim elegante virou garagem para um possante! Então, anão de jardim virou anão de xaxim!
Durante os invernos africanos a chuva é torrencial e as pessoas quase não saem de casa. Assim, as famílias se reunem em volta das fogueiras e escutam as histórias que os mais velhos contam. É a partir das lembranças desses momentos que o autor nigeriano escreve os textos deste livro. A coletânea traz de contos que não têm o tradicional “felizes para sempre” e sim ensinamentos, mesmo quando existe sofrimento dos personagens.
A Galinha com sua sombrinha e o Macaco com seu casaco foram passear para exibir seus presentes. No caminho encontraram Dona Cabra, os cabritinhos e a Garça - que faz graça e espantou os demais! Depois de pedidas as devidas desculpas, os bichos entraram em um bate-papo, musicando toda a mata. O livro traz duas escritas (à tinta e em braile).
Este livro traz a história do maracatu. Aliás, dos maracatus, pois existem vários! Aqui, as autoras trazem o pernambucano Maracatu Nação - que tem sua história saída do Candomblé - o Maracatu Rural - que vem da Zona da Mata e também é chamado de Baque Solto, entre outros. De alfaias e zabumbas é brinquedo com palavras. Palavras que os brincantes usam e juntos fazem a beleza dos cortejos. Escrito por Raquel Nader e Rosinha Campos, saiu pela Paulinas.
Zeca Catatrecos é um garoto muito criativo que usa seu dom para inventar brinquedos e se divertir. Ele já inventou barcos, caminhões, palhaços e outros brinquedos usando apenas objetos que são descartados - mas que poderiam ser reaproveitados... O garoto não entende por que as pessoas descartam tantas coisas que ainda têm utilidade! O autor e ilustrador Jótah desafia o leitor a interpretar o texto, já que mescla linguagem verbal à imagética.
Álvaro, o protagonista deste livro, vive com seu pai na vila de Sete Colinas. O garoto gosta de apreciar a exibição do carrossel do tempo, que gira na vida do menino, de sua família, dos moradores da vila, dos leitores... O pai do garoto, seu Firmino, é um de seus guias nessa viagem pelo tempo... é ele quem ensina e orienta Álvaro. Através de linguagem simples, colorida e espontânea, o leitor aprende a acompanhar esse carrossel do tempo, que existe na vida de todos. Foi escrito por Luciano Pontes.
Muitas vezes nos preocupamos com aquilo que não temos e deixamos de valorizar e até mesmo de perceber o quão importante somos para outras pessoas e para o mundo em que vivemos. É assim a história deste livro: Letícia pensava que todos os outros animais eram melhores que ela, pois a vaquinha não notava o quanto seu leite branquinho, branquinho era especial e importante. E foi num livro de receitas que Letícia notou que seu "leite branquinho" não era  assim, tão sem graça! Foi escrito por Lucia Reis.
Elias José é poeta e contador de histórias. Escreve sempre com muita alegria, pois o texto é seu show. Já publicou mais de cem livros e perdeu a conta da quantidade de poemas que já escreveu. Nesse livro, O rei do espetáculo, ele fala de vários "artistas", muitos dos quais usam o lápis como ferramenta de trabalho. Saiu pela Paulinas e foi ilustrado por Mariana Massarani.
Dona Sofia decora as paredes de sua casa com poesias. Um dia, porém, ela percebeu que não havia mais espaço para escrever nas paredes de sua casa. Mas Dona Sofia não queria deixar as poesias escondidas nos livros... então, ela decidiu fazer cartões poéticos e enviá-los para os moradores da cidade, que, aos poucos descobriram que "um poema partilhado provoca mais amor, mais amizade e que há muitas razões para também copiar e espalhar poemas". Escrito por André Neves, saiu pela Paulinas.
Dizem que "quem conta um conto aumenta um ponto", mas existem aqueles que não só aumentam como também inventam! Os personagens deste livro são assim: contam contos, aumentam e inventam e, muito!! Eles são como aqueles tios que, com suas histórias, faziam a alegria das crianças e não eram levados a sério pelos adultos... mas não importa: eles enchiam nossa infância de fantasia e suspense. Escrito por Mario Bag, saiu pela Paulinas.
Aqui temos a história da Maria-Farinha - um crustáceo do gênero ocípode, mais conhecido como espia-maré ou chama-maré. Ela é bonita e tem muitos amigos, sem falar que é uma cozinheira de mão - e panela - cheias. Através de uma linguagem poética a autora traz um pouco da vida da simpática Maria, além de receitas deliciosas como pé-de-moleque, doce de mamão e até a receita da longevidade!  Escrito por José de Castro, saiu pela Paulinas.
Você sabia que à meia-noite os brinquedos ganham vida? Pois é, à meia-noite eles correm, brincam, pulam e se divertem, enquanto as crianças dormem. Mas na casa de Beto e Bia tinha um brinquedo que vivia triste, porque nenhuma criança brincava com ele. É que ele era um brinquedo de menino, mas era cor-de-rosa. Será que isso tem mesmo tanta importância assim? Leia a comovente historinha de O fusquinha cor-de-rosa, escrita por Caio Riter e ilustrada por Elma, editada pela Paulinas.
Quando chove a cântaros é um belo poeminha sobre a chuva que, se por um lado pode causar transtornos e medo, por outro irriga a terra, faz brotar as plantações. Escrito em português e espanhol, é uma ótima oportunidade para a criançada tomar contato com o espanhol. Ilustrado por Graça Lima e escrito por Glória Kirinus, saiu pela Paulinas.
Esta indicação especial é realmente especial. São dois livros infantis em braile, escritos por Elizete Lisboa. Que será que a bruxa está lavando? é ilustrado por Maria José Boaventura e A bruxa mais velha do mundo é ilustrado por José Carlos Aragão. Ambas as obras são lindamente ilustradas e foram editadas pela Paulinas. São uma ótima iniciativa num mercado editorial que ainda tem muito para crescer. É isso aí, vamos incentivar a produção de livros para crianças que não conseguem ler obras convencionais, afinal, a leitura faz parte de um processo educativo completo, além de ser fonte de lazer.
A menina que inventou o branco-invisível, de José Carlos Aragão, com ilustrações de Sérgio Ramos, conta a divertida história de uma menina cansada de morar em um apartamento tão pequeno que não lhe permitia ter um bicho de estimação. Até que ela resolver criar elefantes. Calma, calma, os elefantes da menina eram um pouco diferentes do que os elefantes comuns...e adoravam biscoito. Saiu pela Paulinas e vale a pena conferir.

Veja arquivo de livros já divulgados, por editora.

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